domingo, 16 de outubro de 2016

Paquistão - Milhares de cães são mortos em nome da lei Islâmica, Sharia


Governo paquistanês autorizou extermínio por razões de “saúde”


O Paquistão é um país de maioria muçulmana e vem testemunhando a radicalização das autoridades nos últimos anos. Por causa da proximidade com o Afeganistão, grupos como Talibã e Al Qaeda possuem bases fortes no país.

O crescimento da perseguição aos cristãos e a imposição das chamadas leis “antiblasfêmia” mostram que a sharia – lei religiosa islâmica – é levada a sério.
Recentemente foi divulgado um relatório da ONG Movimento de Solidariedade e Paz no Paquistão. O documento mostra que, em média, 700 jovens cristãs são sequestradas, estupradas e forçadas a casar com islâmicos a cada ano.

Wilson Chowdhry, presidente da Associação de Cristãos Paquistanês no Reino Unido reclama que a maioria dos cristãos do mundo não parece se importar com a perseguição dos seus irmãos naquela parte do mundo. “Estes déspotas muçulmanos podem sequestrar meninas cristãs, sabendo dessa impunidade, e não há nenhum tipo de pressão internacional sobre Paquistão por causa disso”, desabafou.

Ao mesmo tempo, um movimento internacional demonstra sua indignação com a maneira como o Paquistão trata os cachorros. Um vídeo divulgado no final de agosto denunciou a matança de milhares de cães na cidade de Karachi. O envenenamento dos animais foi patrocinado pela prefeitura.

Oficialmente, a justificativa é que o governo local desejava reduzia a superpopulação de cães de rua, numa região onde existem muitos ataques caninos a humanos. Essa não é a primeira vez que a medida extrema é tomada, mas a polêmica cresceu em 2016 por conta das ações de grupos que defendem os direitos dos animais.



Segundo o entendimento de alguns segmentos que defendem a sharia, cães são “nocivos” e não podem conviver com os seres humanos. Por isso, em diversos países fazem campanhas para que os animais sejam proibidos de circular em espaços públicos, por serem considerados “impuros”.

Na Inglaterra, por exemplo, há uma tentativa de proibir a circulação dos pets em locais onde a maioria da população é islâmica. A alegação deles é: “Manter a pureza dos espaços públicos permite que os muçulmanos continuem puros e sem nódoas”.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Opiniões de personalidades históricas sobre o islão - Tomás de Aquino


O que Tomás de Aquino pensava sobre o islão

"Ele (Maomé) seduziu o povo com promessas de prazer carnal ao qual a concupiscência da carne nos impele. Seus ensinamentos também continham preceitos que estavam em conformidade com suas promessas e ele deu rédeas soltas ao prazer carnal. Em tudo isto, como era de se esperar, ele foi obedecido por homens lascivos. Como provas da verdade de sua doutrina, ele apenas apresentou o que poderia ser apreendido pela habilidade natural de qualquer um com uma sabedoria muito modesta. Na verdade, as verdades que ele ensinou ele mesclou com muitas fábulas e com doutrinas da maior falsidade.


Ele não apresentou quaisquer sinais produzidos de modo sobrenatural, os quais são os únicos que dão testemunho apropriado de inspiração divina; pois uma ação visível que só pode ser divina revela um mestre da verdade com inspiração invisível. Pelo contrário, Maomé disse que foi enviado pelo poder de suas armas — que são sinais dos quais não carecem nem bandidos nem tiranos. E mais: nenhum sábio, nenhum varão experimentado nas coisas divinas e humanas acreditou nele desde o começo. Os que nele creram eram homens brutos e andarilhos do deserto, totalmente ignorantes dos ensinamentos divinos, por cuja multidão Maomé forçou os outros a tornarem-se seus seguidores, pela violência de suas armas. Tampouco os pronunciamentos divinos da parte dos profetas anteriores lhe dão qualquer testemunho. Pelo contrário, ele perverte quase todo o testemunho do Velho e do Novo Testamentos, utilizando-se deles para criar uma invenção própria sua, como pode ser visto por qualquer um que examine sua lei. Foi, portanto, uma decisão astuta de sua parte proibir a seus seguidores de lerem o Velho e o Novo Testamentos, para que estes livros não os convencessem de sua falsidade. Assim, fica claro que os que depositam fé em suas palvras crêem por tolice.”

TOMAZ DE AQUINO (1225-1274), filósofo, teólogo e doutor da igreja

Papa Calisto III e sua reação contra a jihad turco-otomona do século XV

Será que podemos aprender sobre o presente e antever o futuro se olharmos para o passado? No tocante a Jihad islâmica, a resposta é "sim."
A crise que as invasões turco-otomanas do século XV geraram foi enorme. O trecho abaixo retrata a apatia dos governantes europeus católicos no momento. Deve-se relembrar que a Reforma Protestante estava em andamento e que a influência política do Papa tinha se reduzido profundamente.

O que restava do Império Romano do Oriente (Bizantino) não era suficiente para resistir sozinho aos invasores turco-otomanos, liderados pelo Sultão Maomé II. O Império Romano do Oriente e a Igreja Ortodoxa Grega estavam agonizantes e gritando pela ajuda dos cristãos europeus. E os jihadistas turco-otomanos voltavam os seus olhos imperialistas para a Europa Central.

O que segue abaixo tem como referência o livro The Glory of Christendom, 1100-1517, A History of Christendom (Volume 3), de Warren H. Carroll, Christendom Press, 2004.

O Cardeal Bessarion, bispo de Nicéia, era aguardado para ajudar na Ásia Menor, onde os demônios haviam arrebatado a grande cidade [Constantinopla], mas ninguém veio. Ele escreveu desesperadamente e apaixonadamente para o Doge Francisco Foscari, de Veneza, que respondeu ao cardeal prometendo "guerra contra os turcos." A promessa não foi cumprida e os otomanos não tiveram nenhum obstáculo. O Papa Nicolau V persistentemente pediu por uma cruzada, e ele recebeu apoio algum, mas apenas desculpas patéticas e silêncio cruel. A Inglaterra não respondeu, Alfonso V, de Aragón e Nápoles, queixou-se de uma úlcera, Carlos VII, da França, ficou indiferente, e Frederico III, o imperador do Sacro Império Romano, nem sequer participou da Dieta Imperial em Regensburg organizada para apoiar uma cruzada. Naquele momento, o único que se preocupou seriamente foi a Hungria, e por boas razões, uma vez que o Anticristo Maomé II estava visando aquele país como sua próxima vítima. O Papa Nicolau V morreu em 1454, e eleição de um novo pontífice era necessária, alguém que compreendesse a ameaça. O eleito foi o espanhol Alfonso Borja, mais conhecido como Papa Calisto III. Ele era um produto da Reconquista, que compreendia perfeitamente, por conta da experiência, a crueldade e o expansionismo do muçulmano. Por causa de seu fervor religioso e sua compreensão da ameaça islâmica, Calixto III foi o único, neste momento da cristandade ocidental, a clamar por uma cruzada devido a extremidade de situação. Na sua consagração papal ele declarou:
Eu, Papa Calisto III, prometo e juro à Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, a sempre Virgem Mãe de Deus, aos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, e todo o exército celestial, que farei tudo em meu poder, mesmo se for necessário, com o sacrifício da minha vida, auxiliado pelo conselho dos meus irmãos dignos, para reconquistar Constantinopla, que, em punição para o pecado do homem, foi tomada e arruinada por Maomé II [o Sultão turco-otomano], o filho do diabo e inimigo do nossa Crucificado Redentor. Além disso, eu me comprometo a libertar os cristãos definhando na escravidão, a exaltar a verdadeira fé, e a extirpar a seita diabólica deste réprobo sem fé, o Maomé do Oriente. Pois no Oriente, a luz da fé está quase completamente extinta. Eu não irei me esquecer de ti, ó Jerusalém, que a minha mão direita seja esquecida. Que a minha língua fique presa dentro das minhas mandíbulas se eu não me lembrar de ti. Se eu não fizer de Jerusalém o começo da minha alegria, Deus e Seu santo Evangelho me ajudem Amém.Os pedidos de ajuda do Papa Calisto III não se concertizaram. 
O máximo que ele pode fazer foi pedir que os sinos das igrejas tocassem durante o ataque dos turcos-otomanos a cidade de Belgrado, sendo defendida pelos húngaros (Cerco de Belgrado, 1456). O cristãos conseguiram defender Belgrado com sucesso derrotando os invasores. Para celebrar esta vitória, o Papa Calisto III ordenou que a celebração da Festa da Transfiguração fosse feita no dia 6 de agosto.


Papa Calisto III (1378-1458), papa de 1455 até 1458


sábado, 1 de outubro de 2016

Austrália: Muçulmano apunhala sua esposa até morte por ela ter se convertido ao cristianismo.


Bem-vindo a nova, multicultural Austrália. Não é maravilhoso?

 “Anseiam os hipócritas que renegueis, como renegaram eles, para que sejais todos iguais. Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Alah. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor."(Alcorão 4:89)

Um hadith descreve Maomé dizendo: "Quem deixar a religião islâmica, em seguida, deverá ser morto" (Bukhari 9.84.57). A pena de morte por apostasia faz parte da lei islâmica de acordo com todas as escolas de jurisprudência islâmica.

 Esta é ainda a posição de todas as escolas de jurisprudência islâmica, tanto sunita e xiita. Sheikh Yusuf al-Qaradawi, o clérigo muçulmano mais famoso e proeminente no mundo, declarou: "Os juristas muçulmanos são unânimes quando os apóstatas devem ser punidos, mas diferem quanto à determinação do tipo de punição a ser infligida sobre eles. A maioria deles, incluindo as quatro principais escolas de jurisprudência (Hanafi, Maliki, Shafi'i e Hanbali), bem como as outras quatro escolas de jurisprudência (as quatro escolas xiitas de Az-Zaiditas, Al-Ithna-'ashriyyah, al-Ja'fariyyah, e Az-Zaheriyyah) concordam que os apóstatas devem ser executados. "

Qaradawi também uma vez disse a famosa frase: "Se eles tivessem se livrado da punição apostasia, o Islã não existiria hoje."
 
"Cabeleireira, iraniana de 35 anos, 'esfaqueada até a morte por seu marido iraniano em um apartamento de Sydney porque, ela se converteu ao cristianismo,"
 

 
Por Belinda Grant Geary, Daily Mail Austrália, 29 de setembro de 2016 (graças a religião da paz):

 "Nasrin ABEK uma cabeleireira de 35 anos de idade, foi supostamente esfaqueado até a morte por seu marido dentro de seu apartamento, porque ele estava chateado que ela havia se convertido ao cristianismo.
Amir Darbanou foi acusado do assassinato de sua esposa Nasrin ABEK depois seu corpo foi encontrado dentro de seu apartamento no subúrbio afluente de Potts Point na quinta-feira.

O iraniano de 42 anos, teria sido enfurecido quando descobriu que sua esposa Nasrin ABEK tinha recentemente se converteu ao cristianismo e matou a cabeleireira em um ataque com faca frenética na quarta-feira.

 A polícia fez a descoberta terrível quando eles forçaram a entrada do apartamento do casal em cerca de 6:20 na quinta-feira depois que os pais da Sra ABEK ficaram preocupados pois ela não ligava mais.
Sr. Darbanou tinha alegadamente chamado aos pais de Nasrin ABEK que ela estava morta na quarta-feira à noite e ele foi preso depois que o corpo da mulher foi encontrado no dia seguinte.

O pai de Nasrin ABEK disse que sua dor de cabeça ao longo da morte de sua filha tinha sido agravada pelo fato de que ele tinha que entrar em contato com policiais 'várias vezes ‘e eles o ignoraram.

Ele disse que ficou preocupado quando ela não havia falado com ele por um longo período.

O iraniano de 42 anos, que supostamente 'perseguido' sua esposa, não entrou com um recurso solicitar fiança quando ele apareceu no tribunal Central de Sydney na sexta-feira.

A polícia disse que não havia nenhuma história conhecida de violência doméstica entre o casal, que vivia na Austrália há quatro anos em matéria de vistos de ponte, mas os vizinhos relataram em entrevista gritos vindos do apartamento na quarta-feira à noite ...."

 


Tradução perigo islâmico

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Alguns versículos do Alcorão o livro sagrado da “Religião da Paz”


 
Surata 2, (AL BÁCARA; A Vaca) versículos; 191, 193, 216

191. “Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos”.
93. “E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Alah”.
16 “Está-vos prescrita a luta pela causa de Alah, embora o repudieis. É possível que repudieis algo que seja um bem para vós e, gosteis de algo que vos seja prejudicial? Todavia, Alah sabe todo o bem que fizerdes, Alah dele tomará consciência”.

 
Surata 3, (ÁAL ‘IMRAN; A Família de Imran), versículos; 157, 158, 169, 177, 178, 195.

157. “Mas, se morrerdes ou fordes assassinados pela causa de Alah, sabei que a Sua indulgência e a Sua clemência são preferíveis a tudo quando possam acumular”.
158. “E sabei que, tanto se morrerdes, como ser fordes assassinados, sereis congregados ante Alah”.
169. “E não creiais que aqueles que sucumbiram pela causa de Alah estejam mortos; ao contrário, vivem, agraciados, ao lado do seu Senhor”.
177. “Aqueles que trocam a fé pela incredulidade em nada, prejudicam a Alah, e sofrerão um doloroso castigo”.
178. “Que os incrédulos não pensem que os toleramos, para o seu bem; ao contrário, toleramo-los para que suas faltas sejam aumentadas. Eles terão um castigo afrontoso”.
195 “Enquanto àqueles que sofreram pela causa de Alah, combateram e foram mortos, absorvê-los-ei dos seus pecados e os introduzirei em jardins, abaixo dos quais corres os rios, como recompensa de Alah”.

 

Surata 4, (AN NISSÁ; As Mulheres), versículos; 34, 74, 76, 89, 95, 101

34. “Os homens são os protetores das mulheres, porque Alah dotou uns com mais força do que as outras, e pelo o seu sustento do seu pecúlio. As boas esposas são as devotas, que guardam, na ausência do marido, o segredo que Alah ordenou que fosse guardado. Quanto àquelas, de quem suspeitais deslealdade, admoestai-as na primeira vez, abandonai os seus leitos na segunda vez e castigai-as na terceira vez”
74. “Que combatam pela causa de Alah aqueles dispostos a sacrificar a vida terrena pela futura, porque a quem combater pela causa de Alah, quer sucumba, quer vença, concederemos magnífica recompensa”.
76. “OS fiéis combatem pela causa de Alah; os incrédulos, ao contrário, combatem pela do sedutor. Combatei, pois, os aliados de Satanás, porque a angústia de Satanás é débil”
89 “Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Alah. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor”.
95 “Os fiéis, que, sem razão fundada, permanecem em suas casas, jamais se equiparam àqueles que sacrificam os seus bens e suas vidas pela causa de Alah; Ele concede maior dignidade àqueles que sacrificam os seus bens e suas vidas do que aos que permanecem em suas casas”.
101 “Os incrédulos; em verdade vos digo, eles são vossos inimigos declarados”.

 

Surata 5 (AL MÁIDA; A Mesa Servida), versículos; 36, 54.

36 “O castigo, para aqueles que lutam contra Alah e contra o Seu é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo”.
54 “Ó fiéis, não tomeis por confidentes os judeus nem os cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomares por confidentes, certamente será um deles; e Deus não encaminha os iníquos”.

 

Surata 8 (AL ANFAL; Os Espólios), Versículos; 12, 13, 14, 15, 16, 17, 59, 60, 65.

12. “E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!”
13. “Isso, porque contrariaram Alah e o Seu Mensageiro; saiba, quem contrariar Alah e o Seu Mensageiro, que Alah é Severíssimo no castigo.”
14. “Tal é o castigo pelo desafio; provai-o, pois! E sabei que os incrédulos sofrerão o tormento infernal.”
15. “Ó fiéis, quando enfrentardes em batalha os incrédulos, não lhes volteis as costas.
16. Aquele que, nesse dia, lhes voltar as costas – a menos que seja por estratégia ou para reunir-se com outro grupo incorrerá na abominação de Alah, e sua morada será o inferno. Que funesto destino!”
17. “Vós que não os aniquilastes, ó muçulmanos! Foi Alah quem os aniquilou; e apesar de seres tu ó Mensageiro quem lançou areia, o efeito foi causado por Alah. Ele fez para Se provar indulgente aos fiéis, porque é Oniouvinte, Sapientíssimo.”
59. “E não pensem os incrédulos que poderão obter coisas melhores do que os fiéis. Jamais o conseguirão.”
60. “Mobilizai tudo quando dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Alah e vosso, e se intimidarem ainda outros que não conheceis, mas que Alah bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Alah, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados.”
65 “Ó Profeta, estimula os fiéis ao combate. Se entre vós houvesse vinte perseverantes, venceriam duzentos, e se houvessem cem, venceriam mil dos incrédulos, porque estes são insensatos.”

 

 Surata 9 (AT TAUBAH; O Arrependimento), versículos; 5, 14 ,29.

9:5 “Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o *Jizya, abri-lhes o caminho."
9:14 “Combatei-os! Alah os castigará, por intermédio das vossas mãos.”
9:29 “Combatei aqueles que não creem em Alah e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Alah e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o *Jizya."
[*imposto para poder morar entre os Muçulmanos].

 

Surata 33 (AL AHZÁB; Os Partidos), versículo 59.

59. “O profeta, dizei a tuas esposas, tuas filhas e às mulheres dos fiéis que quando saírem se cubram com as suas mantas; isso é mais conveniente, para que distingam das demais e não sejam molestadas; sabei que Alah é Indulgente, Misericordiosíssimo.”

 

 Surata 47 (MOHAMMAD; Mohammad), versículo 4.

4 “E quando vos enfrentardes com os incrédulos, em batalha, golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai os sobreviventes como prisioneiros. Libertai-os, então, por generosidade ou mediante resgate, quando a guerra tiver terminado. Tal é a ordem. E se Alah quisesse, Ele mesmo ter-Se-ia livrado deles; porém, facultou-vos a guerra para que vos provásseis mutuamente. Quanto àqueles que foram mortos pela causa de Alah, Ele jamais desmerecerá as suas obras.”

 

 Surata 48 (AL FATH; O Triunfo), versículos; 28, 29.

28. “Ele foi Quem enviou o Seu Mensageiro com a orientação e com a verdadeira religião, para fazê-las prevalecer sobre todas as outras religiões; e Alah é suficiente Testemunha disso.”
29. “Mohammad é o Mensageiro de Alah, e aqueles que estão com ele são severos para com os incrédulos, porém compassivos entre si.”

 

Surata 61 (AS SAF; As Fileiras), versículo 4.

4 “Em verdade, Alah aprecia aqueles que combatem, em fileiras, por sua causa, como se fossem uma sólida muralha”.

 

O Alcorão livro sagrado dos muçulmanos possui 114 Suratas (Capítulos)


Referencias Bibliográficas:

Alcorão.
 


 

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Rajm: Apedrejamento até a morte



VÍDEO: Apedrejamento de uma mulher no Afeganistão

O apedrejamento (em árabe “رجم بالحجارة transl, “rajm bialhijara”) conhecido popularmente pelo primeiro nome ‘Rajm’ está previsto na lei islâmica, a sharia, para punir tanto mulheres quanto homens em caso de adultério, fornicação e estupro sendo que a vítima condenada, pode também receber outros tipos de punição, fora o apedrejamento.
Dificuldades legais
As mulheres são mais propensas a ser acusadas de adultério porque elas não podem requerer o divórcio, ao contrário de seus maridos, que podem o fazer quando estiverem insatisfeitos. Além do homem ter o direito de se casar com cinco mulheres, ele também pode manter relações sexuais com uma mulher solteira por meio do “casamento temporário”.
Não é incomum mulheres serem culpabilizadas apenas para receberem a pena. Não existe idade para tal pena, sendo comum casos de meninas apedrejadas até a morte.
Muitos países muçulmanos abandonaram esta forma bárbara de punição devido à influência secular democrático-ocidental ao longo de quase todo o século vinte, porém, desde a revolução islâmica no Irã em 1979, essa prática barbara está voltando, e cada vez com mais força. Nos países governados pela lei islâmica, Sharia como Arábia Saudita, Irã, Afeganistão, Maldivas, Líbia e Iêmen, o apedrejamento é uma das formas legalizadas de punição. Em áreas dominadas pelo Estado Islâmico, o apedrejamento tem sido uma das formas de execução mais utilizadas. A província de Aceh, na Indonésia, legalizou o apedrejamento de adúlteros em 2009, bem como doze estados no norte da Nigéria.
Sob a lei Sharia, o apedrejamento nesses países e regiões, é uma das muitas formas de punições legalizadas, os infratores são mortos como determina a Sharia, mas imprensa internacional, a casos como esses, dão pouca atenção. O apedrejamento à morte de adúlteros e/ou fornicadores são também relatados em países como o Sudão, Turquia, Nigéria e Paquistão, perpetrados extrajudicialmente através de fatwas pelos imãs locais ou por tribunais islâmicos das aldeias.

E qual é a visão dos muçulmanos sobre a pena de morte por apedrejamento?


Segundo uma pesquisa do Pew Research Center, feita em 2010, eram favoráveis ao apedrejamento a seguinte percentagem de muçulmanos: Egito (82%), Paquistão (82%), Jordânia (70%), Nigéria (56%), Indonésia (42%), Líbano (23%) e Turquia (16%).

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Trecho do final da entrevista do presidente Obama na qual ele disse no qual ele diz,ISIS não é islâmico!

"trecho do final da entrevista do presidente Obama"

Obama: O ISIS não é islâmico! nenhuma religião tolera a morte de inocentes.
Repórter Lukas: Mas sr. Presidente, e os mandamentos do islã que manda matar e cometer atos horríveis contra inocentes em nome de Alah.
Obama: Isso não é vdd!

-O repórter Lukas leu os versículos resumidamente devido ao pouco tempo da entrevista mas, aqui estão todos eles por extenso-

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Surata 2, versículos; 191, 193, 216
191. “Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos”.
193. “E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Alah”.
216 “Está-vos prescrita a luta pela causa de Alah, embora o repudieis. É possível que repudieis algo que seja um bem para vós e, gosteis de algo que vos seja prejudicial; todavia, Alah sabe todo o bem que fizerdes, Alah dele tomará consciência”.

Surata 3, versículos; 157, 158, 169, 177, 178, 195.
157. “Mas, se morrerdes ou fordes assassinados pela causa de Alah, sabei que a Sua indulgência e a Sua clemência são preferíveis a tudo quando possam acumular”.
158. “E sabei que, tanto se morrerdes, como ser fordes assassinados, sereis congregados ante Alah”.
169. “E não creiais que aqueles que sucumbiram pela causa de Alah estejam mortos; ao contrário, vivem, agraciados, ao lado do seu Senhor”.
177. “Aqueles que trocam a fé pela incredulidade, em nada prejudicam a Alah, e sofrerão um doloroso castigo”.
178. “Que os incrédulos não pensem que os toleramos, para o seu bem; ao contrário, toleramo-los para que suas faltas sejam aumentadas. Eles terão um castigo afrontoso”.
195 “Enquanto àqueles que sofreram pela causa de Alah, combateram e foram mortos, absorvê-los-ei dos seus pecados e os introduzirei em jardins, abaixo dos quais corres os rios, como recompensa de Alah”.

Surata 4, versículos; 74, 76, 89, 95, 101
74. “Que combatam pela causa de Alah aqueles dispostos a sacrificar a vida terrena pela futura, porque a quem combater pela causa de Alah, quer sucumba, quer vença, concederemos magnífica recompensa”.
76. “OS fiéis combatem pela causa de Alah; os incrédulos, ao contrário, combatem pela do sedutor. Combatei, pois, os aliados de Satanás, porque a angústia de Satanás é débil”
89 “Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Alah. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor”.
95 “Os fiéis, que, sem razão fundada, permanecem em suas casas, jamais se equiparam àqueles que sacrificam os seus bens e suas vidas pela causa de Alah; Ele concede maior dignidade àqueles que sacrificam os seus bens e suas vidas do que aos que permanecem em suas casas”.
101 “Os incrédulos; em verdade vos digo, eles são vossos inimigos declarados”.

Surata 5, versículos; 36, 54.
36 “O castigo, para aqueles que lutam contra Alah e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo”.
54 “Ó fiéis, não tomeis por confidentes os judeus nem os cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomares por confidentes, certamente será um deles; e Deus não encaminha os iníquos”.

Surata 8, Versículos; 12, 13, 14, 15, 16, 17, 59, 60, 65.
12. “E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!”
13. “Isso, porque contrariaram Alah e o Seu Mensageiro; saiba, quem contrariar Alah e o Seu Mensageiro, que Alah é Severíssimo no castigo.”
14. “Tal é o castigo pelo desafio; provai-o, pois! E sabei que os incrédulos sofrerão o tormento infernal.”
15. “Ó fiéis, quando enfrentardes em batalha os incrédulos, não lhes volteis as costas.
16. Aquele que, nesse dia, lhes voltar as costas – a menos que seja por estratégia ou para reunir-se com outro grupo incorrerá na abominação de Alah, e sua morada será o inferno. Que funesto destino!”
17. “Vós que não os aniquilastes, ó muçulmanos! Foi Alah quem os aniquilou; e apesar de seres tu ó Mensageiro quem lançou areia, o efeito foi causado por Alah. Ele fez para Se provar indulgente aos fiéis, porque é Oniouvinte, Sapientíssimo.”
59. “E não pensem os incrédulos que poderão obter coisas melhores do que os fiéis. Jamais o conseguirão.”
60. “Mobilizai tudo quando dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Alah e vosso, e se intimidarem ainda outros que não conheceis, mas que Alah bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Alah, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados.”
65 “Ó Profeta, estimula os fiéis ao combate. Se entre vós houvesse vinte perseverantes, venceriam duzentos, e se houvessem cem, venceriam mil dos incrédulos, porque estes são insensatos.”

 Surata 9, versículos; 5, 14 ,29.
9:5 “Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o *Jizya, abri-lhes o caminho."
9:14 “Combatei-os! Alah os castigará, por intermédio das vossas mãos.”
9:29 “Combatei aqueles que não creem em Alah e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Alah e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o *Jizya."
[*imposto para poder morar entre os Muçulmanos]”.

 Surata 47, versículo 4.
4 “E quando vos enfrentardes com os incrédulos, em batalha, golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai os sobreviventes como prisioneiros. Libertai-os, então, por generosidade ou mediante resgate, quando a guerra tiver terminado. Tal é a ordem. E se Alah quisesse, Ele mesmo ter-Se-ia livrado deles; porém, facultou-vos a guerra para que vos provásseis mutuamente. Quanto àqueles que foram mortos pela causa de Alah, Ele jamais desmerecerá as suas obras.”

 Surata 48, versículos; 28, 29.
28. “Ele foi Quem enviou o Seu Mensageiro com a orientação e com a verdadeira religião, para fazê-las prevalecer sobre todas as outras religiões; e Alah é suficiente Testemunha disso.”
29. “Mohammad é o Mensageiro de Alah, e aqueles que estão com ele são severos para com os incrédulos, porém compassivos entre si.”

Surata 61, versículo 4.
4 “Em verdade, Alah aprecia aqueles que combatem, em fileiras, por sua causa, como se fossem uma sólida muralha”.
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Repórter Lukas: Aqui está os mandamentos do Islã, e o sr. não disse que isso não é vdd?! 
Obama: não! isso nunca aconteceu.
Repórter Lukas: aconteceu sim, eu tenho gravado. Sr., Presidente? Sr. presidente porque está correndo? Sr. O sr. não disse que nenhuma religião tolera a morte de inocentes?! Sr!!! Sr.
Presidente? Droga ele fugiu?


“Nesse momento Obama sai da sala de entrevista, e o vídeo termina.”


Referencias:

Pronunciamento oficial de Barak Obama sobre o Estado Islâmico.

Alcorão