terça-feira, 11 de outubro de 2016

Papa Calisto III e sua reação contra a jihad turco-otomona do século XV

Será que podemos aprender sobre o presente e antever o futuro se olharmos para o passado? No tocante a Jihad islâmica, a resposta é "sim."
A crise que as invasões turco-otomanas do século XV geraram foi enorme. O trecho abaixo retrata a apatia dos governantes europeus católicos no momento. Deve-se relembrar que a Reforma Protestante estava em andamento e que a influência política do Papa tinha se reduzido profundamente.

O que restava do Império Romano do Oriente (Bizantino) não era suficiente para resistir sozinho aos invasores turco-otomanos, liderados pelo Sultão Maomé II. O Império Romano do Oriente e a Igreja Ortodoxa Grega estavam agonizantes e gritando pela ajuda dos cristãos europeus. E os jihadistas turco-otomanos voltavam os seus olhos imperialistas para a Europa Central.

O que segue abaixo tem como referência o livro The Glory of Christendom, 1100-1517, A History of Christendom (Volume 3), de Warren H. Carroll, Christendom Press, 2004.

O Cardeal Bessarion, bispo de Nicéia, era aguardado para ajudar na Ásia Menor, onde os demônios haviam arrebatado a grande cidade [Constantinopla], mas ninguém veio. Ele escreveu desesperadamente e apaixonadamente para o Doge Francisco Foscari, de Veneza, que respondeu ao cardeal prometendo "guerra contra os turcos." A promessa não foi cumprida e os otomanos não tiveram nenhum obstáculo. O Papa Nicolau V persistentemente pediu por uma cruzada, e ele recebeu apoio algum, mas apenas desculpas patéticas e silêncio cruel. A Inglaterra não respondeu, Alfonso V, de Aragón e Nápoles, queixou-se de uma úlcera, Carlos VII, da França, ficou indiferente, e Frederico III, o imperador do Sacro Império Romano, nem sequer participou da Dieta Imperial em Regensburg organizada para apoiar uma cruzada. Naquele momento, o único que se preocupou seriamente foi a Hungria, e por boas razões, uma vez que o Anticristo Maomé II estava visando aquele país como sua próxima vítima. O Papa Nicolau V morreu em 1454, e eleição de um novo pontífice era necessária, alguém que compreendesse a ameaça. O eleito foi o espanhol Alfonso Borja, mais conhecido como Papa Calisto III. Ele era um produto da Reconquista, que compreendia perfeitamente, por conta da experiência, a crueldade e o expansionismo do muçulmano. Por causa de seu fervor religioso e sua compreensão da ameaça islâmica, Calixto III foi o único, neste momento da cristandade ocidental, a clamar por uma cruzada devido a extremidade de situação. Na sua consagração papal ele declarou:
Eu, Papa Calisto III, prometo e juro à Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, a sempre Virgem Mãe de Deus, aos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, e todo o exército celestial, que farei tudo em meu poder, mesmo se for necessário, com o sacrifício da minha vida, auxiliado pelo conselho dos meus irmãos dignos, para reconquistar Constantinopla, que, em punição para o pecado do homem, foi tomada e arruinada por Maomé II [o Sultão turco-otomano], o filho do diabo e inimigo do nossa Crucificado Redentor. Além disso, eu me comprometo a libertar os cristãos definhando na escravidão, a exaltar a verdadeira fé, e a extirpar a seita diabólica deste réprobo sem fé, o Maomé do Oriente. Pois no Oriente, a luz da fé está quase completamente extinta. Eu não irei me esquecer de ti, ó Jerusalém, que a minha mão direita seja esquecida. Que a minha língua fique presa dentro das minhas mandíbulas se eu não me lembrar de ti. Se eu não fizer de Jerusalém o começo da minha alegria, Deus e Seu santo Evangelho me ajudem Amém.Os pedidos de ajuda do Papa Calisto III não se concertizaram. 
O máximo que ele pode fazer foi pedir que os sinos das igrejas tocassem durante o ataque dos turcos-otomanos a cidade de Belgrado, sendo defendida pelos húngaros (Cerco de Belgrado, 1456). O cristãos conseguiram defender Belgrado com sucesso derrotando os invasores. Para celebrar esta vitória, o Papa Calisto III ordenou que a celebração da Festa da Transfiguração fosse feita no dia 6 de agosto.


Papa Calisto III (1378-1458), papa de 1455 até 1458


sábado, 1 de outubro de 2016

Austrália: Muçulmano apunhala sua esposa até morte por ela ter se convertido ao cristianismo.


Bem-vindo a nova, multicultural Austrália. Não é maravilhoso?

 “Anseiam os hipócritas que renegueis, como renegaram eles, para que sejais todos iguais. Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Alah. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor."(Alcorão 4:89)

Um hadith descreve Maomé dizendo: "Quem deixar a religião islâmica, em seguida, deverá ser morto" (Bukhari 9.84.57). A pena de morte por apostasia faz parte da lei islâmica de acordo com todas as escolas de jurisprudência islâmica.

 Esta é ainda a posição de todas as escolas de jurisprudência islâmica, tanto sunita e xiita. Sheikh Yusuf al-Qaradawi, o clérigo muçulmano mais famoso e proeminente no mundo, declarou: "Os juristas muçulmanos são unânimes quando os apóstatas devem ser punidos, mas diferem quanto à determinação do tipo de punição a ser infligida sobre eles. A maioria deles, incluindo as quatro principais escolas de jurisprudência (Hanafi, Maliki, Shafi'i e Hanbali), bem como as outras quatro escolas de jurisprudência (as quatro escolas xiitas de Az-Zaiditas, Al-Ithna-'ashriyyah, al-Ja'fariyyah, e Az-Zaheriyyah) concordam que os apóstatas devem ser executados. "

Qaradawi também uma vez disse a famosa frase: "Se eles tivessem se livrado da punição apostasia, o Islã não existiria hoje."
 
"Cabeleireira, iraniana de 35 anos, 'esfaqueada até a morte por seu marido iraniano em um apartamento de Sydney porque, ela se converteu ao cristianismo,"
 

 
Por Belinda Grant Geary, Daily Mail Austrália, 29 de setembro de 2016 (graças a religião da paz):

 "Nasrin ABEK uma cabeleireira de 35 anos de idade, foi supostamente esfaqueado até a morte por seu marido dentro de seu apartamento, porque ele estava chateado que ela havia se convertido ao cristianismo.
Amir Darbanou foi acusado do assassinato de sua esposa Nasrin ABEK depois seu corpo foi encontrado dentro de seu apartamento no subúrbio afluente de Potts Point na quinta-feira.

O iraniano de 42 anos, teria sido enfurecido quando descobriu que sua esposa Nasrin ABEK tinha recentemente se converteu ao cristianismo e matou a cabeleireira em um ataque com faca frenética na quarta-feira.

 A polícia fez a descoberta terrível quando eles forçaram a entrada do apartamento do casal em cerca de 6:20 na quinta-feira depois que os pais da Sra ABEK ficaram preocupados pois ela não ligava mais.
Sr. Darbanou tinha alegadamente chamado aos pais de Nasrin ABEK que ela estava morta na quarta-feira à noite e ele foi preso depois que o corpo da mulher foi encontrado no dia seguinte.

O pai de Nasrin ABEK disse que sua dor de cabeça ao longo da morte de sua filha tinha sido agravada pelo fato de que ele tinha que entrar em contato com policiais 'várias vezes ‘e eles o ignoraram.

Ele disse que ficou preocupado quando ela não havia falado com ele por um longo período.

O iraniano de 42 anos, que supostamente 'perseguido' sua esposa, não entrou com um recurso solicitar fiança quando ele apareceu no tribunal Central de Sydney na sexta-feira.

A polícia disse que não havia nenhuma história conhecida de violência doméstica entre o casal, que vivia na Austrália há quatro anos em matéria de vistos de ponte, mas os vizinhos relataram em entrevista gritos vindos do apartamento na quarta-feira à noite ...."

 


Tradução perigo islâmico

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Alguns versículos do Alcorão o livro sagrado da “Religião da Paz”


 
Surata 2, (AL BÁCARA; A Vaca) versículos; 191, 193, 216

191. “Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos”.
93. “E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Alah”.
16 “Está-vos prescrita a luta pela causa de Alah, embora o repudieis. É possível que repudieis algo que seja um bem para vós e, gosteis de algo que vos seja prejudicial? Todavia, Alah sabe todo o bem que fizerdes, Alah dele tomará consciência”.

 
Surata 3, (ÁAL ‘IMRAN; A Família de Imran), versículos; 157, 158, 169, 177, 178, 195.

157. “Mas, se morrerdes ou fordes assassinados pela causa de Alah, sabei que a Sua indulgência e a Sua clemência são preferíveis a tudo quando possam acumular”.
158. “E sabei que, tanto se morrerdes, como ser fordes assassinados, sereis congregados ante Alah”.
169. “E não creiais que aqueles que sucumbiram pela causa de Alah estejam mortos; ao contrário, vivem, agraciados, ao lado do seu Senhor”.
177. “Aqueles que trocam a fé pela incredulidade em nada, prejudicam a Alah, e sofrerão um doloroso castigo”.
178. “Que os incrédulos não pensem que os toleramos, para o seu bem; ao contrário, toleramo-los para que suas faltas sejam aumentadas. Eles terão um castigo afrontoso”.
195 “Enquanto àqueles que sofreram pela causa de Alah, combateram e foram mortos, absorvê-los-ei dos seus pecados e os introduzirei em jardins, abaixo dos quais corres os rios, como recompensa de Alah”.

 

Surata 4, (AN NISSÁ; As Mulheres), versículos; 34, 74, 76, 89, 95, 101

34. “Os homens são os protetores das mulheres, porque Alah dotou uns com mais força do que as outras, e pelo o seu sustento do seu pecúlio. As boas esposas são as devotas, que guardam, na ausência do marido, o segredo que Alah ordenou que fosse guardado. Quanto àquelas, de quem suspeitais deslealdade, admoestai-as na primeira vez, abandonai os seus leitos na segunda vez e castigai-as na terceira vez”
74. “Que combatam pela causa de Alah aqueles dispostos a sacrificar a vida terrena pela futura, porque a quem combater pela causa de Alah, quer sucumba, quer vença, concederemos magnífica recompensa”.
76. “OS fiéis combatem pela causa de Alah; os incrédulos, ao contrário, combatem pela do sedutor. Combatei, pois, os aliados de Satanás, porque a angústia de Satanás é débil”
89 “Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Alah. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor”.
95 “Os fiéis, que, sem razão fundada, permanecem em suas casas, jamais se equiparam àqueles que sacrificam os seus bens e suas vidas pela causa de Alah; Ele concede maior dignidade àqueles que sacrificam os seus bens e suas vidas do que aos que permanecem em suas casas”.
101 “Os incrédulos; em verdade vos digo, eles são vossos inimigos declarados”.

 

Surata 5 (AL MÁIDA; A Mesa Servida), versículos; 36, 54.

36 “O castigo, para aqueles que lutam contra Alah e contra o Seu é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo”.
54 “Ó fiéis, não tomeis por confidentes os judeus nem os cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomares por confidentes, certamente será um deles; e Deus não encaminha os iníquos”.

 

Surata 8 (AL ANFAL; Os Espólios), Versículos; 12, 13, 14, 15, 16, 17, 59, 60, 65.

12. “E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!”
13. “Isso, porque contrariaram Alah e o Seu Mensageiro; saiba, quem contrariar Alah e o Seu Mensageiro, que Alah é Severíssimo no castigo.”
14. “Tal é o castigo pelo desafio; provai-o, pois! E sabei que os incrédulos sofrerão o tormento infernal.”
15. “Ó fiéis, quando enfrentardes em batalha os incrédulos, não lhes volteis as costas.
16. Aquele que, nesse dia, lhes voltar as costas – a menos que seja por estratégia ou para reunir-se com outro grupo incorrerá na abominação de Alah, e sua morada será o inferno. Que funesto destino!”
17. “Vós que não os aniquilastes, ó muçulmanos! Foi Alah quem os aniquilou; e apesar de seres tu ó Mensageiro quem lançou areia, o efeito foi causado por Alah. Ele fez para Se provar indulgente aos fiéis, porque é Oniouvinte, Sapientíssimo.”
59. “E não pensem os incrédulos que poderão obter coisas melhores do que os fiéis. Jamais o conseguirão.”
60. “Mobilizai tudo quando dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Alah e vosso, e se intimidarem ainda outros que não conheceis, mas que Alah bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Alah, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados.”
65 “Ó Profeta, estimula os fiéis ao combate. Se entre vós houvesse vinte perseverantes, venceriam duzentos, e se houvessem cem, venceriam mil dos incrédulos, porque estes são insensatos.”

 

 Surata 9 (AT TAUBAH; O Arrependimento), versículos; 5, 14 ,29.

9:5 “Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o *Jizya, abri-lhes o caminho."
9:14 “Combatei-os! Alah os castigará, por intermédio das vossas mãos.”
9:29 “Combatei aqueles que não creem em Alah e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Alah e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o *Jizya."
[*imposto para poder morar entre os Muçulmanos].

 

Surata 33 (AL AHZÁB; Os Partidos), versículo 59.

59. “O profeta, dizei a tuas esposas, tuas filhas e às mulheres dos fiéis que quando saírem se cubram com as suas mantas; isso é mais conveniente, para que distingam das demais e não sejam molestadas; sabei que Alah é Indulgente, Misericordiosíssimo.”

 

 Surata 47 (MOHAMMAD; Mohammad), versículo 4.

4 “E quando vos enfrentardes com os incrédulos, em batalha, golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai os sobreviventes como prisioneiros. Libertai-os, então, por generosidade ou mediante resgate, quando a guerra tiver terminado. Tal é a ordem. E se Alah quisesse, Ele mesmo ter-Se-ia livrado deles; porém, facultou-vos a guerra para que vos provásseis mutuamente. Quanto àqueles que foram mortos pela causa de Alah, Ele jamais desmerecerá as suas obras.”

 

 Surata 48 (AL FATH; O Triunfo), versículos; 28, 29.

28. “Ele foi Quem enviou o Seu Mensageiro com a orientação e com a verdadeira religião, para fazê-las prevalecer sobre todas as outras religiões; e Alah é suficiente Testemunha disso.”
29. “Mohammad é o Mensageiro de Alah, e aqueles que estão com ele são severos para com os incrédulos, porém compassivos entre si.”

 

Surata 61 (AS SAF; As Fileiras), versículo 4.

4 “Em verdade, Alah aprecia aqueles que combatem, em fileiras, por sua causa, como se fossem uma sólida muralha”.

 

O Alcorão livro sagrado dos muçulmanos possui 114 Suratas (Capítulos)


Referencias Bibliográficas:

Alcorão.
 


 

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Rajm: Apedrejamento até a morte



VÍDEO: Apedrejamento de uma mulher no Afeganistão

O apedrejamento (em árabe “رجم بالحجارة transl, “rajm bialhijara”) conhecido popularmente pelo primeiro nome ‘Rajm’ está previsto na lei islâmica, a sharia, para punir tanto mulheres quanto homens em caso de adultério, fornicação e estupro sendo que a vítima condenada, pode também receber outros tipos de punição, fora o apedrejamento.
Dificuldades legais
As mulheres são mais propensas a ser acusadas de adultério porque elas não podem requerer o divórcio, ao contrário de seus maridos, que podem o fazer quando estiverem insatisfeitos. Além do homem ter o direito de se casar com cinco mulheres, ele também pode manter relações sexuais com uma mulher solteira por meio do “casamento temporário”.
Não é incomum mulheres serem culpabilizadas apenas para receberem a pena. Não existe idade para tal pena, sendo comum casos de meninas apedrejadas até a morte.
Muitos países muçulmanos abandonaram esta forma bárbara de punição devido à influência secular democrático-ocidental ao longo de quase todo o século vinte, porém, desde a revolução islâmica no Irã em 1979, essa prática barbara está voltando, e cada vez com mais força. Nos países governados pela lei islâmica, Sharia como Arábia Saudita, Irã, Afeganistão, Maldivas, Líbia e Iêmen, o apedrejamento é uma das formas legalizadas de punição. Em áreas dominadas pelo Estado Islâmico, o apedrejamento tem sido uma das formas de execução mais utilizadas. A província de Aceh, na Indonésia, legalizou o apedrejamento de adúlteros em 2009, bem como doze estados no norte da Nigéria.
Sob a lei Sharia, o apedrejamento nesses países e regiões, é uma das muitas formas de punições legalizadas, os infratores são mortos como determina a Sharia, mas imprensa internacional, a casos como esses, dão pouca atenção. O apedrejamento à morte de adúlteros e/ou fornicadores são também relatados em países como o Sudão, Turquia, Nigéria e Paquistão, perpetrados extrajudicialmente através de fatwas pelos imãs locais ou por tribunais islâmicos das aldeias.

E qual é a visão dos muçulmanos sobre a pena de morte por apedrejamento?


Segundo uma pesquisa do Pew Research Center, feita em 2010, eram favoráveis ao apedrejamento a seguinte percentagem de muçulmanos: Egito (82%), Paquistão (82%), Jordânia (70%), Nigéria (56%), Indonésia (42%), Líbano (23%) e Turquia (16%).

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Trecho do final da entrevista do presidente Obama na qual ele disse no qual ele diz,ISIS não é islâmico!

"trecho do final da entrevista do presidente Obama"

Obama: O ISIS não é islâmico! nenhuma religião tolera a morte de inocentes.
Repórter Lukas: Mas sr. Presidente, e os mandamentos do islã que manda matar e cometer atos horríveis contra inocentes em nome de Alah.
Obama: Isso não é vdd!

-O repórter Lukas leu os versículos resumidamente devido ao pouco tempo da entrevista mas, aqui estão todos eles por extenso-

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Surata 2, versículos; 191, 193, 216
191. “Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos”.
193. “E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Alah”.
216 “Está-vos prescrita a luta pela causa de Alah, embora o repudieis. É possível que repudieis algo que seja um bem para vós e, gosteis de algo que vos seja prejudicial; todavia, Alah sabe todo o bem que fizerdes, Alah dele tomará consciência”.

Surata 3, versículos; 157, 158, 169, 177, 178, 195.
157. “Mas, se morrerdes ou fordes assassinados pela causa de Alah, sabei que a Sua indulgência e a Sua clemência são preferíveis a tudo quando possam acumular”.
158. “E sabei que, tanto se morrerdes, como ser fordes assassinados, sereis congregados ante Alah”.
169. “E não creiais que aqueles que sucumbiram pela causa de Alah estejam mortos; ao contrário, vivem, agraciados, ao lado do seu Senhor”.
177. “Aqueles que trocam a fé pela incredulidade, em nada prejudicam a Alah, e sofrerão um doloroso castigo”.
178. “Que os incrédulos não pensem que os toleramos, para o seu bem; ao contrário, toleramo-los para que suas faltas sejam aumentadas. Eles terão um castigo afrontoso”.
195 “Enquanto àqueles que sofreram pela causa de Alah, combateram e foram mortos, absorvê-los-ei dos seus pecados e os introduzirei em jardins, abaixo dos quais corres os rios, como recompensa de Alah”.

Surata 4, versículos; 74, 76, 89, 95, 101
74. “Que combatam pela causa de Alah aqueles dispostos a sacrificar a vida terrena pela futura, porque a quem combater pela causa de Alah, quer sucumba, quer vença, concederemos magnífica recompensa”.
76. “OS fiéis combatem pela causa de Alah; os incrédulos, ao contrário, combatem pela do sedutor. Combatei, pois, os aliados de Satanás, porque a angústia de Satanás é débil”
89 “Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Alah. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor”.
95 “Os fiéis, que, sem razão fundada, permanecem em suas casas, jamais se equiparam àqueles que sacrificam os seus bens e suas vidas pela causa de Alah; Ele concede maior dignidade àqueles que sacrificam os seus bens e suas vidas do que aos que permanecem em suas casas”.
101 “Os incrédulos; em verdade vos digo, eles são vossos inimigos declarados”.

Surata 5, versículos; 36, 54.
36 “O castigo, para aqueles que lutam contra Alah e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo”.
54 “Ó fiéis, não tomeis por confidentes os judeus nem os cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomares por confidentes, certamente será um deles; e Deus não encaminha os iníquos”.

Surata 8, Versículos; 12, 13, 14, 15, 16, 17, 59, 60, 65.
12. “E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!”
13. “Isso, porque contrariaram Alah e o Seu Mensageiro; saiba, quem contrariar Alah e o Seu Mensageiro, que Alah é Severíssimo no castigo.”
14. “Tal é o castigo pelo desafio; provai-o, pois! E sabei que os incrédulos sofrerão o tormento infernal.”
15. “Ó fiéis, quando enfrentardes em batalha os incrédulos, não lhes volteis as costas.
16. Aquele que, nesse dia, lhes voltar as costas – a menos que seja por estratégia ou para reunir-se com outro grupo incorrerá na abominação de Alah, e sua morada será o inferno. Que funesto destino!”
17. “Vós que não os aniquilastes, ó muçulmanos! Foi Alah quem os aniquilou; e apesar de seres tu ó Mensageiro quem lançou areia, o efeito foi causado por Alah. Ele fez para Se provar indulgente aos fiéis, porque é Oniouvinte, Sapientíssimo.”
59. “E não pensem os incrédulos que poderão obter coisas melhores do que os fiéis. Jamais o conseguirão.”
60. “Mobilizai tudo quando dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Alah e vosso, e se intimidarem ainda outros que não conheceis, mas que Alah bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Alah, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados.”
65 “Ó Profeta, estimula os fiéis ao combate. Se entre vós houvesse vinte perseverantes, venceriam duzentos, e se houvessem cem, venceriam mil dos incrédulos, porque estes são insensatos.”

 Surata 9, versículos; 5, 14 ,29.
9:5 “Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o *Jizya, abri-lhes o caminho."
9:14 “Combatei-os! Alah os castigará, por intermédio das vossas mãos.”
9:29 “Combatei aqueles que não creem em Alah e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Alah e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o *Jizya."
[*imposto para poder morar entre os Muçulmanos]”.

 Surata 47, versículo 4.
4 “E quando vos enfrentardes com os incrédulos, em batalha, golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai os sobreviventes como prisioneiros. Libertai-os, então, por generosidade ou mediante resgate, quando a guerra tiver terminado. Tal é a ordem. E se Alah quisesse, Ele mesmo ter-Se-ia livrado deles; porém, facultou-vos a guerra para que vos provásseis mutuamente. Quanto àqueles que foram mortos pela causa de Alah, Ele jamais desmerecerá as suas obras.”

 Surata 48, versículos; 28, 29.
28. “Ele foi Quem enviou o Seu Mensageiro com a orientação e com a verdadeira religião, para fazê-las prevalecer sobre todas as outras religiões; e Alah é suficiente Testemunha disso.”
29. “Mohammad é o Mensageiro de Alah, e aqueles que estão com ele são severos para com os incrédulos, porém compassivos entre si.”

Surata 61, versículo 4.
4 “Em verdade, Alah aprecia aqueles que combatem, em fileiras, por sua causa, como se fossem uma sólida muralha”.
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Repórter Lukas: Aqui está os mandamentos do Islã, e o sr. não disse que isso não é vdd?! 
Obama: não! isso nunca aconteceu.
Repórter Lukas: aconteceu sim, eu tenho gravado. Sr., Presidente? Sr. presidente porque está correndo? Sr. O sr. não disse que nenhuma religião tolera a morte de inocentes?! Sr!!! Sr.
Presidente? Droga ele fugiu?


“Nesse momento Obama sai da sala de entrevista, e o vídeo termina.”


Referencias:

Pronunciamento oficial de Barak Obama sobre o Estado Islâmico.

Alcorão 

domingo, 14 de agosto de 2016

Raif Badawi

Raif Badawi em 2012

Nascido em 14 de janeiro de 1984, é um escritor ativista saudi-arábico, criador do blog "Free Saudi Liberals" (em português, "Sauditas Liberais Livres").
Raif foi preso em 2012 pela acusação de ter insultado o Islã através de meios eletrônicos, além de também ter sido trazido para corte por acusações de apostasia. O blogueiro foi sentenciado por sete anos na prisão e 600 chibatadas em 2013, sentença essa que, em 2014, foi aumentada para 1000 chibatadas, 10 anos na prisão e uma multa em dinheiro. As chibatas foram parceladas e, a primeira sessão de 50 foi realizada em 9 de janeiro de 2015. A segunda sessão tem sido adiada várias vezes, principalmente por razões da precária saúde de Badawi, que tem hipertensão e tem seu estado piorado desde a primeira sessão. Sua esposa, Ensaf Haidar, alegou que Raif não vai conseguir sobreviver.

Vida pessoal


Raif Badawi foi educado até seu sétimo ano de ensino, assim como sua irmã Samar, que também é ativista. Badawi é pai de três crianças (Terad, Najwa e Miriam) e casou-se com Ensaf Haidar em 2002, na Arábia Saudita. Atualmente, sua mulher e seus três filhos estão em asilo político em Quebec, no Canadá, desde 2013.

Sentença


Em 17 de junho de 2012, Raif Badawi foi preso devido ao crime de "insultar o Islã através de meios eletrônicos", e em dezembro do mesmo ano, também foi acusado de apostasia - crime punido com automática pena de morte. A fundação Human Rights Watch declarou que o blog de Badawi teria criticado figuras religiosas importantes. Além disso, ele também teria sugerido que a Universidade Islâmica Imam Muhammad ibn Saud estava se tornando um "quintal para terroristas".

Badawi foi primeiramente acusado de apóstata em 2008, mas foi liberado após um dia de inquérito. O governo o proibiu de sair do país e congelou suas contas bancárias em 2009. A família de Ensaf, a esposa de Badawi, foi, consequentemente, levada a preencher uma ação na corte para fazer um divórcio forçado do casal devido à acusação de apostasia cometida por Badawi.

Badawi foi acusado pela corte de Jeddah, em dezembro de 2012, de "manter um site que mina a segurança geral", "ridicularizando figuras religiosas islâmicas", e "ter ido 'além do reino da obediência'". Este juiz indicou Badawi para uma corte maior, pelo crime de apostasia, declarando que ele "não poderia dar um veredito no caso de apostasia". Em 22 de dezembro, a Corte Geral em Jeddah decidiu prosseguir com o caso de apostasia. A corte maior se negou a ouvir o caso e voltou o caso para a corte menor.

Após a prisão de Raif, em 2012, a Anistia Internacional declarou que este estava preso "apenas por pacificamente ter exercido seu direito de liberdade de expressão". Um porta-voz do grupo relatou que "Até na Arábia Saudita, local que a repressão é algo recorrente, é inaceitável que uma sentença de pena de morte para um ativista cujo único "crime" foi o de possibilitar um debate online". O Human Rights Watch pediu para que o governo retirasse a sentença, declarando: "A pena colocada contra ele, baseadas apenas no envolvimento de Badawi em construir um blog para pacificamente discutir sobre religião e figuras religiosas, viola seu direito de liberdade de expressão".

Em 30 de julho de 2013, a mídia saudita noticiou que Raif Badawi teria sido sentenciado a sete anos de prisão e 600 chibatadas por criar um fórum online que "viola valores islâmicos e propaga o pensamento liberal". A corte também pediu que o site fosse fechado.
Em 26 de dezembro de 2014, a esposa de Badawi falou a CNN que o juiz havia recomendado Badawi a ir antes que a corte maior lhe sentenciasse a pena de morte por apostasia. Em 7 de maio, Badawi teve sua pena reajustada para 1000 chibatadas e dez anos de prisão. Além disso, ele deveria também pagar uma multa de 1 milhão de riyal (equivalente a mais de 800 mil reais em 2015).

O advogado de Raif Badawi, Waleed Abulkhair foi preso após criar "Monitor dos Direitos Humanos na Arábia Saudita", uma organização de direitos humanos saudita. Ele foi sentenciado por "criar uma organização não-licenciada" e por quebrar a "allegiance with the ruler". Os pedidos de Waleed para licenciar a organização foram negados. Em 7 de julho de 2014, o advogado foi sentenciado a 15 anos de detenção, seguidos por 15 anos proibidos de viajar. A Corte Especializada Criminal em Jeddah o provou culpado de "minar o regime" e "insultar o judiciário".

O advogado Waleed Abu Alkhair falou a BBC que o Sr. Badawi, pai de três crianças, tinha confirmado em corte que era muçulmano, mas falou ao juiz que 'todos tem a escolha de acreditar ou não acreditar'". Alguns dias após a corte ouvir a esposa de Badawi, Ensaf Haidar começou a receber ameaças de morte anônimas. Ela e seus três filhos estão exilados no Canadá.

De acordo com o Human Rights Watch e seu resumo da atuação da Arábia Saudita no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, "Durante o ano passado, autoridades sauditas têm assediado, investigado, sentenciado e colocando na cadeia proeminentes e pacíficos dissidentes e ativistas de direitos humanos, sob acusações baseadas apenas nas suas pacíficas práticas dos direitos básicos, particularmente o direito a liberdade de expressão, incluindo Abdullah al-Hamid, Mohammed al-Bajadi, Abd al-Kareem al-Khodr, Omar al-Seed e Raif Badawi". Kacem El Ghazzali falou no Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas, representando a União Humanista e Ética Internacional (IHEU), criticando a Arábia Saudita por sentenciar Raif Badawi por 7 anos de prisão e 600 chibatadas, a união chamou isso de "sentença violenta gratuita".

Desde março de 2011, as autoridades continuam a campanha de repressão em nome da segurança. As autoridades têm reprimido ativistas pacíficos que pedem por reformas e protestam contra violações de direitos humanos. Aqueles que se expressam, são presos independentemente de serem críticos, blogueiros, ativistas ou acadêmicos. Raif Badawi é apenas um dos muitos"(Anistia Internacional, Canadá).

Em 1 de março de 2015, a esposa de Badawi falou a repórteres que juízes na corte criminal da Arábia Saudita queriam retirar a acusação de apostasia. Se provado culpado, Badawi será sentenciado a morte.
Em Dezembro de 2015, Badawi foi distinguido pelo Parlamento Europeu pelo Prémio Sakharov,, recebido pela sua mulher que para a ocasião se deslocou a Estrasburgo a partir do seu exílio no Canadá.

Referencias:

Wikipedia.org 

Saudi Arabia: Website Editor Facing Death Penalty

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Os lobos (nada) solitários do Estado Islâmico e da Al-Qaeda



De maneira reiterada, serviços de segurança ocidentais e jornalistas que cobrem temas relacionados com a segurança, afirmam que entre as estruturas dos grupos jihadistas militam alguns indivíduos que se radicalizam sós, atuam sós e cometem atos terroristas sós pois, segundo seu ponto de vista, são induzidos ao crime por meio das redes sociais.
Esta versão que fez carreira e rapidamente se dá por veraz, na realidade não é certa. Não há tais lobos solitários. Estado Islâmico e Al-Qaeda são organizações piramidais, estruturadas por células articuladas que atuam sob os critérios da guerra revolucionária e que gravitam ao redor da conspiratividade, da clandestinidade e da compartimentação.
Ninguém que integre um grupo terrorista, seja islâmico como o Estado Islâmico, Hamas, Hizbolah ou Al-Qaeda, ou comunista como as FARC ou o ELN, pode atuar só. As estruturas armadas de uns e outros são células terroristas imbuídas por uma doutrina definida, uma organização básica, e dirigidos por responsáveis político, financeiro, militar, de organização e propaganda, que por sua vez prestam contas a cabeças de nível intermediário e estes aos cabeças superiores.
Nessa ordem de idéias, as ações de cada célula são avaliadas pelas estruturas superiores, devem acoplar-se a um programa tático e estar inseridas em um plano estratégico. A razão é simples: se uma organização terrorista não impõe a disciplina interna, corre o risco de cair na anarquia ou na infiltração do adversário.
Nos casos de terroristas que no último ano atuaram nos Estados Unidos, até o presidente Obama disse que não existe ligação com células jihadistas, em que pese que os cabeças do ISIS reconheceram a autoria. Tal situação raia entre a ingenuidade, o desconhecimento do proceder tático-estratégico dos jihadistas, ou o que é mais grave, o desejo de ocultar informação verdadeira para evitar o pânico.
O ataque terrorista na maratona de Boston, o massacre de San Bernardino-Califórnia e a matança em Orlando-Florida, para citar três casos concretos, corroboram que os terroristas buscaram o mesmo efeito político-estratégico, que os chefes jihadistas internacionais os colocaram de exemplo como mártires para imitar, e que os autores das atrocidades não atuaram sozinhos.
O problema para os países ocidentais radica em que se confunde agressão terrorista com um assunto policial, sem dar-lhe a categoria de segurança nacional que lhe corresponde. Finalmente, repete-se de maneira irresponsável a idéia de que as comunidades islâmicas são discriminadas, que a pobreza é causadora da radicalização e que as mesquitas ou centros de estudos corâmicos não têm nada a ver na radicalização de jovens nascidos no Ocidente, quase todos filhos de muçulmanos que receberam a liberdade que não tinham em seus países de origem.
E na ordem internacional, há dupla moral nos regimes da Arábia Saudita e Paquistão, que amiúde negam qualquer relação de seus funcionários com os terroristas islâmicos, em que pese que os documentos apreendidos do Estado Islâmico e da Al-Qaeda, assim como os interrogatórios a jihadistas, digam o contrário.
A isto soma-se o carnaval de interesses excludentes dos países afetados pelos jihadistas, com a óbvia falta de coordenação dos serviços de inteligência devido a desconfianças mútuas, ou nos casos do Paquistão, Arábia Saudita e seus satélites, dos quais há maiores evidências de cumplicidade com os terroristas.
Em síntese, toda ação terrorista por parte de qualquer jihadista no mundo é a conseqüência de um plano refinado e aprovado por estruturas superiores, de acordo com interesses táticos, estratégicos, políticos e geopolíticos. Em tal sentido, é duvidosa a existência de lobos solitários pois, ao tolerá-los, os grupos jihadistas poderiam cair na anarquia.


Tradução: Perigo Islamico